Nem toda ansiedade paralisa. Algumas pessoas continuam trabalhando, estudando, entregando resultados… e, por fora, parecem completamente bem. Mas por dentro, vivem em um estado constante de tensão.
A chamada “ansiedade funcional” não é um diagnóstico formal, mas um termo usado para descrever quando a pessoa mantém a rotina e o desempenho, mesmo com níveis elevados de ansiedade.
Na prática, isso pode aparecer como: • Mente acelerada o tempo todo • Dificuldade de relaxar, mesmo em momentos de descanso • Sensação constante de urgência • Autocobrança elevada • Perfeccionismo • Medo de errar ou de decepcionar • Cansaço frequente, mesmo sendo produtivo
Muitas vezes, essa ansiedade é até reforçada — porque a pessoa “funciona”. Ela entrega, resolve, dá conta. E com isso, o sofrimento acaba sendo minimizado, tanto pelos outros quanto por ela mesma.
Mas existe um custo.
Manter o cérebro em estado constante de alerta aumenta o desgaste emocional e físico. Com o tempo, podem surgir irritabilidade, dificuldade de concentração, alterações no sono, tensão muscular e até quadros de esgotamento.
Além disso, é comum que o bem-estar fique condicionado à produtividade. Ou seja: só se sente “bem” quando está fazendo algo — parar pode gerar culpa ou desconforto.
Ansiedade não precisa incapacitar para ser importante.
Funcionar não significa estar bem.
Reconhecer esse padrão é o primeiro passo para construir uma relação mais saudável com o próprio ritmo, aprender a desacelerar sem culpa e buscar estratégias que não dependam apenas de “dar conta”.
Cuidar da saúde mental também envolve olhar para aquilo que está silenciosamente pesado.
Minha jornada apaixonante pela psicologia teve início quando percebi que nossas vidas são profundamente influenciadas pelo emocional. Foi uma epifania, observar como nossas emoções moldam nossas ações e decisões, muitas vezes sem que tenhamos plena consciência disso.
Conforme mergulhei nesse entendimento, minha curiosidade também se voltou para a forma como os padrões emocionais e comportamentais dos adultos ecoam no mundo das crianças.
Essa jornada tomou um rumo ainda mais profundo quando decidi me especializar em psicologia infantil pela Universidade Pontifícia Católica (PUC). Durante esse período de imersão acadêmica, mergulhei nos estudos que exploram as complexidades do desenvolvimento infantil e as nuances das relações familiares.
Paralelamente à minha especialização em psicologia infantil, também me envolvi em um programa de aprimoramento em neuropsicologia interventiva, oferecido pelo serviço social da PUC. Durante um intenso ano de estudos e práticas clínicas, tive a oportunidade de atender e avaliar uma ampla gama de pacientes, o que enriqueceu minha compreensão sobre as interseções entre o funcionamento emocional e cognitivo.
Com isso, decidi me aprofundar na área fascinante da Neuropsicologia. Optei por fazer uma especialização em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, onde tive a oportunidade de explorar as intricadas conexões entre o cérebro, o comportamento e as funções cognitivas.
Durante minha especialização, mergulhei em estudos avançados sobre os fundamentos da neuropsicologia e suas aplicações práticas. No ambiente estimulante do Hospital, pude não apenas absorver conhecimento teórico, mas também participar ativamente de avaliações neuropsicológicas em diversos contextos clínicos.
Atualmente, minha atuação na área da psicologia abrange tanto o público adulto quanto o infantil, começando a partir dos 3 anos de idade. Nessa ampla faixa etária, tenho o privilégio de aplicar diversas técnicas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem terapêutica que valorizo profundamente por sua eficácia e foco em soluções.
Meu atendimento é profundamente influenciado pelos valores do acolhimento e da empatia. Considero esses pilares essenciais para criar um ambiente terapêutico seguro e solidário, onde meus clientes se sintam verdadeiramente ouvidos e compreendidos.
Minha jornada apaixonante pela psicologia teve início quando percebi que nossas vidas são profundamente influenciadas pelo emocional. Foi uma epifania, observar como nossas emoções moldam nossas ações e decisões, muitas vezes sem que tenhamos plena consciência disso.
Conforme mergulhei nesse entendimento, minha curiosidade também se voltou para a forma como os padrões emocionais e comportamentais dos adultos ecoam no mundo das crianças.
Essa jornada tomou um rumo ainda mais profundo quando decidi me especializar em psicologia infantil pela Universidade Pontifícia Católica (PUC). Durante esse período de imersão acadêmica, mergulhei nos estudos que exploram as complexidades do desenvolvimento infantil e as nuances das relações familiares.
Paralelamente à minha especialização em psicologia infantil, também me envolvi em um programa de aprimoramento em neuropsicologia interventiva, oferecido pelo serviço social da PUC. Durante um intenso ano de estudos e práticas clínicas, tive a oportunidade de atender e avaliar uma ampla gama de pacientes, o que enriqueceu minha compreensão sobre as interseções entre o funcionamento emocional e cognitivo.
Com isso, decidi me aprofundar na área fascinante da Neuropsicologia. Optei por fazer uma especialização em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, onde tive a oportunidade de explorar as intricadas conexões entre o cérebro, o comportamento e as funções cognitivas.
Durante minha especialização, mergulhei em estudos avançados sobre os fundamentos da neuropsicologia e suas aplicações práticas. No ambiente estimulante do Hospital, pude não apenas absorver conhecimento teórico, mas também participar ativamente de avaliações neuropsicológicas em diversos contextos clínicos.
Atualmente, minha atuação na área da psicologia abrange tanto o público adulto quanto o infantil, começando a partir dos 3 anos de idade. Nessa ampla faixa etária, tenho o privilégio de aplicar diversas técnicas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem terapêutica que valorizo profundamente por sua eficácia e foco em soluções.
Meu atendimento é profundamente influenciado pelos valores do acolhimento e da empatia. Considero esses pilares essenciais para criar um ambiente terapêutico seguro e solidário, onde meus clientes se sintam verdadeiramente ouvidos e compreendidos.
A Mancini Psiquiatria e Psicologia oferece soluções customizadas em Saúde Mental para a sua empresa, desde a detecção e tratamento de transtornos psiquiátricos e psicológicos até diagnósticos e intervenção sistêmicos da identidade corporativa.