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Mancini Psiquiatria e Psicologia
A morte é um dia que vale a pena ser vivido
Sobre a arte de ganhar existem muitas lições, mas e sobre a arte de perder? Ninguém quer falar a respeito disso, mas a verdade é que passamos muito tempo da nossa vida em grande sofrimento quando perdemos bens, pessoas, realidades, sonhos. Saber perder é a arte de quem conseguiu viver plenamente o que ganhou um dia. Em 2012, Ana Claudia Quintana Arantes deu uma palestra ao TED que rapidamente viralizou, ultrapassando a marca de 1,7 milhão de visualizações. A última fala do vídeo, “A morte é um dia que vale a pena viver”, se tornou o título do livro que, …
HELLBLADE: COMO O VIDEOGAME PODE FALAR SOBRE TRANSTORNO MENTAL?
O videogame é sempre apresentado como um vilão, mas ele também pode ser uma ótima ferramenta. Assista à explicação do Dr. Rafael Richard, psiquiatra e psicoterapeuta da Equipe Mancini. …
A NEUROCIÊNCIA DAS EMOÇÕES
Sabe aquela pessoa que te irrita profundamente? E você sempre reage da mesma forma vexatória, seja ironizando, xingando ou até mesmo agredindo? A neurociência mostra pra gente que é possível mudar esse tipo de comportamento, cujas consequências geralmente são bastante prejudiciais. A língua portuguesa diferencia diferencia o verbo “ser” do verbo “estar”, diferentemente da língua inglesa, na qual ambos verbos são designados pelo mesmo termo. Posto isso, podemos propor a reflexão de que nossos estados mentais tem caráter transitório. São dinâmicos, passageiros. Por esta linha de pensamento, podemos considerar que nós não “somos”, e sim “estamos”. Não somos tristes. Ou …
Felicidade
Todos os dias somos bombardeados com propagandas que trazem a palavra “felicidade”. As normas sociais nos dizem que devemos ser felizes, e em alguns grupos sociais a exigência é buscá-la a todo custo, e não estar feliz todos os dias implica em ser julgado. Mas afinal o que é a felicidade? A emoção é um sentimento de bem-estar que engloba diversas características de sensações físicas, contextos, e formas de expressão de bem-estar. Diversas palavras podem ser usadas para descrever o que chamamos de felicidade: alegria, esperança, satisfação, êxtase, dentre outras, com variações dependendo da cultura local daquele indivíduo. Normalmente alguns …
COMO IDENTIFICAR UM RELACIONAMENTO ABUSIVO?
Em muitos casos o abuso não acontece de maneira física, mas sim uma violência psicológica. Assista à explicação completa da Dra. Ynajare Duarte, psicóloga e neuropsicóloga da Equipe Mancini. …
5 formas de combater a ansiedade
Atualmente, muitos pacientes chegam até o consultório com queixas de ansiedade. Devido a isso, listei alguns itens que podem ajudar no manejo: 1 – Aceitação da ansiedade. Quando você aceita que ela existe e não tenta lutar contra ela, já causa uma sensação de tranquilidade. Tente substituir seus pensamentos disfuncionais, por pensamentos alternativos como: “É uma reação do meu corpo, sou capaz de tolerar”. 2 – Atenção plena (escutar sons, sentir texturas). Primeiramente, é importante focar sua atenção em momentos que a ansiedade não está presente, e aos poucos, nas situações em que a ansiedade acompanha. 3 – Respiração. Fazer …
POLIFARMÁCIA – RISCOS X BENEFÍCIOS
A definição comumente usada de polifarmácia psiquiátrica é o uso de dois ou mais medicamentos psiquiátricos no mesmo paciente ou o uso de dois ou mais medicamentos (da mesma classe ou com as mesmas ações farmacológicas) para tratar a mesma condição. Tipos de polifarmácia: – Mesma classe: uso de mais de um medicamento da mesma classe. – Multi-classe: uso de mais de um medicamento de classes diferentes para o mesmo agrupamento de sintomas. – Adjunta: o uso de um medicamento para tratar os efeitos colaterais de outro medicamento. – Polifarmácia total: é a contagem total de medicamentos usados em um …
COMO FUNCIONA O TRATAMENTO DA INSÔNIA?
Em alguns casos, é necessária a prescrição de medicamentos para auxiliar a combater a insônia. Assista à explicação da Dra. Luciana Mendes, psiquiatra e psicoterapeuta da Equipe Mancini. …
TRANSTORNO DISSOCIATIVO-CONVERSIVO
Ocasionalmente, todos experimentamos falha na integração automática normal de memórias, percepções, identidade e consciência. Por exemplo, uma pessoa pode dirigir para algum lugar e perceber que não se lembra de muitos aspectos do percurso em razão de preocupações com questões pessoais, um programa no rádio ou uma conversa com um passageiro. Tipicamente, essa falha, chamada dissociação não patológica, não atrapalha as atividades cotidianas. Porém, é importante salientar, em níveis mais graves o transtorno dissociativo conversivo pode sim ter consequências incapacitantes ao paciente, sendo necessário tratamento psicológico e psiquiátrico específico e intensivo. O tratamento com Acompanhamento Terapêutico é uma alternativa que …

