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Mancini Psiquiatria e Psicologia
QUERO PARAR DE FUMAR E NÃO CONSIGO: O QUE FAZER?
No Brasil, a quantidade de fumantes caiu de 15% para 10% nos últimos dez anos. No vídeo de hoje apresentamos estratégias para parar de fumar. A explicação é da Dra. Larissa França Fontoura Ferreira, psiquiatra e psicoterapeuta da Equipe Mancini. …
VOCÊ SABIA QUE A GRATIDÃO PODE ALTERAR O SEU CÉREBRO?
Essa época do ano é ótima para exercitarmos a gratidão! Isso mesmo, ao contrário do que algumas pessoas pensam, que quem é grato já nasce assim, podemos aprender a nos tornar mais gratos e exercitar nosso cérebro a perceber mais as coisas boas em nossa vida! Às vezes tudo pode parecer tão ruim que parece que não temos nada o que agradecer, isso porque nós seres humanos tendemos a reter mais as coisas negativas do que positivas. Mas podemos reaprender a dar valor às pequenas coisas positivas. E olhe só, se você está conseguindo ler essa mensagem está aí algo …
Tratamento Psicossocial na Doença de Alzheimer
Diversas estratégias psicossociais são investigadas e utilizadas no tratamento de portadores de Doença de Alzheimer. Todas elas têm como foco melhorar a qualidade de vida, melhorar as relações interpessoais, melhorar o engajamento e o ganho de significado por esses indivíduos. É fundamental reconhecer os pontos fortes do indivíduo e promover dentro das possibilidades a continuidade de sua rotina. Dessa forma, se busca reduzir as limitações decorrentes do adoecimento. Hoje se fala muito em cuidado centrado na pessoa, que se baseia em reconhecer que o indivíduo é muito mais do que a doença de Alzheimer. Ou seja, desse modo não se …
O QUE ESTOU SENTINDO É TRISTEZA OU DEPRESSÃO?
Dúvida comum dos pacientes quando chegam ao consultório, essa é uma questão que precisa ser investigada. Mas como? Assista à explicação do Dr. Rafael Richard, psiquiatra e psicoterapeuta da Equipe Mancini. …
AMOR LÍQUIDO: QUÃO SÓLIDOS SÃO NOSSOS LAÇOS AFETIVOS?
Amor Líquido, escrito por Zygmunt Bauman – filósofo e sociólogo polonês – em 2003, parecia prever um grande mal-estar da civilização atual: a fragilidade dos laços afetivos. Deve ser inteiramente atribuído ao advento das novas tecnologias e meios de comunicação? O que será que está acontecendo? O que buscamos nas relações? Bauman faz uma excelente alusão à transitoriedade e falta de forma do líquido, que se esvai por entre os dedos. Vale a pena a leitura! …
TDAH: COMO FUNCIONA O TRATAMENTO MEDICAMENTOSO?
O foco do uso de medicamentos para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é a melhora dos sintomas comportamentais e da atenção. Acompanhe a explicação da Dra. Larissa França Fontoura Ferreira, psiquiatra e psicoterapeuta da Equipe Mancini. …
Estresse
Vivemos em uma época em que o conceito de estresse já está impregnado em nosso vocabulário. Aliás, não só no vocabulário, mas também em nossas vidas. É comum sentirmos ansiedade, dores no corpo, irritação e a sensação de estar sempre com pressa para terminar algo. Porém, o que realmente significa o estresse, ou melhor, o que ele sinaliza? O estresse pode ser entendido como solicitação excessiva endereçada a alguém, ou seja, no estresse há tantas solicitações no mundo para uma pessoa que esta acaba por sentir-se oprimida, seja com a presença de um sofrimento ou até mesmo com manifestações corporais …
Transtorno do Pânico – Caracterização
O pânico é a interpretação catastrófica de eventos internos gerados por estados normais de: emoção (ex: ansiedade = palpitação, falta de ar), cansaço, doença, alterações hormonais, consumo de cafeína, exercício físico. Os pensamentos comuns de quem está sofrendo uma crise de pânico são: “estou morrendo”, “estou sufocando”, “estou tendo um ataque cardíaco”. No transtorno do pânico, o indivíduo seleciona sua atenção para eventos internos, fica em hipervigilância, faz sondagem do corpo em busca de sinais que confirmam a ideia de um transtorno físico. Com isso, acaba tendo alguns comportamentos de segurança como: monitorar o batimento cardíaco enquanto faz exercício físico …
Tratamento Farmacológico na Doença de Alzheimer – Parte 2
Na semana passada discutimos o uso de medicações para os sintomas cognitivos da doença de Alzheimer. Hoje discutiremos o uso de medicações para os sintomas comportamentais, ou seja, sintomas depressivos, ansiosos, psicóticos e agitação. Um primeiro aspecto a ser levantado é que o aparecimento ou o agravamento dos sintomas comportamentais, principalmente quando ocorre de forma mais abrupta, deve ser sempre investigado. Fatores subjacentes, como infecções ou dores, podem desencadear tais alterações. Além disso, alterações psicossociais, no ambiente ou com cuidadores, por exemplo, podem trazer impacto em sintomas comportamentais. Dessa forma, antes de optar pelo uso de medicação deve-se priorizar investigação …

