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Como ser tolerante aos próprios erros?

21 de dezembro de 2020
Por: Dr. Lucas Silveira
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Como ser tolerante aos próprios erros?

Uma das características do ser humano é ser falho e embora todos saibam disso uma das frequentes queixas das pessoas é justamente a de falhar.

Muitos trazem memórias de eventos nos quais não foi possível ter feito ou alcançado algo como gostariam. Ainda que seja impossível acertar sempre a tolerância ao erro muitas vezes se torna algo inadmissível para algumas pessoas, trazendo angústia e sofrimento para aqueles que não admitem errar.

Justamente por ser algo impossível de evitar – afinal somos humanos – a intolerância ao erro pode trazer para aquele que não o aceita prejuízos como auto depreciação e auto condenação que vêm acompanhados por outras emoções negativas como culpa, mágoa e vergonha, fazendo com que comportamentos como esquiva e desistência a respeito de algo sejam frequentes.

Uma das alternativas para lidar com erros é exatamente aceitar a si mesmo. Saber e compreender, por exemplo, que nós enquanto seres humanos somos imperfeitos.

O fato de aceitar nossa constituição imperfeita não significa que estamos nos desvalorizando. Pelo contrário, aceitar nossas imperfeições aponta para uma autoaceitação e para a possibilidade de aprender com os próprios erros, contribuindo assim para que sentimentos negativos oriundos do erro sirvam como aprendizado e uma forma de adaptação a novas situações. É bem verdade que valorizar a si mesmo é um processo, contudo, há de se dar o primeiro passo.

Outra dica é não se levar tão a sério, pois ninguém é extremamente perfeito. A pessoa perfeita não existe! Ao invés de se depreciar por uma falha por que não assumi-la e seguir em frente? O que de pior pode acontecer? Ter errado em algo não significa necessariamente que o mesmo ocorrerá novamente. Aliás, a ideia de que aceitar um erro é sinônimo de fracasso ou de que o mesmo se tornará um hábito deve ser combatida.

O que leva a outro ponto: o de evitar rótulos. Ainda que seja uma forte tendência o ato de rotular pessoas, essa ideia não é nada saudável e bastante inapropriada.

A ideia do rótulo é a de simplificar alguém a apenas uma ou poucas características deixando de lado assim o todo e ficando apenas com algumas partes. Isso leva a generalização, o que não é bom.

Do mesmo modo como falhar em alguma prova ou exame não significa que você seja um completo fracasso, vencer uma corrida não significa que você sempre será um vencedor. Entenda, portanto, que nossa totalidade não é igual a soma das partes, pois nós temos diversas facetas.

De igual modo devemos perceber que nós somos mutáveis, ou seja, nos transformamos ao longo do tempo. Nossos interesses mudam, amadurecemos, aprendemos coisas novas, nossa visão sobre várias coisas se modificam.

Assim é que estamos sempre em mudança e em progresso, e este processo envolve experiências com erros e acertos. Saber ser flexível consigo mesmo é essencial, uma vez que somos desta maneira: um conjunto de erros e acertos que se transforma com o tempo.

Por fim, considere a seguinte hipótese: se um amigo lhe pedisse ajuda a respeito de uma situação em que ele tivesse errado, o que diria a ele? O mesmo não pode ser dito a si mesmo? Muitas vezes somos mais tolerantes com os outros do que com nós mesmos. Por que não então ser tolerante consigo e se aceitar com seus erros e acertos?

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Dr. Lucas Silveira
Psicólogo, neuropsicólogo

Meu interesse em Psicologia nasce da minha curiosidade em compreender o comportamento humano e na habilidade e potencialidade que esta profissão oferece de uma escuta diferenciada.

lucas@manicipsiquiatria.com.br
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    Uma das características do ser humano é ser falho e embora todos saibam disso uma das frequentes queixas das pessoas é justamente a de falhar. Muitos trazem memórias de eventos nos quais não foi possível ter feito ou alcançado algo como gostariam. Ainda que seja impossível acertar sempre a tolerância ao erro muitas vezes se torna algo inadmissível para algumas pessoas, trazendo angústia e sofrimento para aqueles que não admitem errar. Justamente por ser algo impossível de evitar – afinal somos humanos – a intolerância ao erro pode trazer para aquele que não o aceita prejuízos como auto depreciação e auto condenação que vêm acompanhados por outras emoções negativas como culpa, mágoa e vergonha, fazendo com que comportamentos como esquiva e desistência a respeito de algo sejam frequentes. Uma das alternativas para lidar com erros é exatamente aceitar a si mesmo. Saber e compreender, por exemplo, que nós enquanto seres humanos somos imperfeitos. O fato de aceitar nossa constituição imperfeita não significa que estamos nos desvalorizando. Pelo contrário, aceitar nossas imperfeições aponta para uma autoaceitação e para a possibilidade de aprender com os próprios erros, contribuindo assim para que sentimentos negativos oriundos do erro sirvam como aprendizado e uma forma de adaptação a novas situações. É bem verdade que valorizar a si mesmo é um processo, contudo, há de se dar o primeiro passo. Outra dica é não se levar tão a sério, pois ninguém é extremamente perfeito. A pessoa perfeita não existe! Ao invés de se depreciar por uma falha por que não assumi-la e seguir em frente? O que de pior pode acontecer? Ter errado em algo não significa necessariamente que o mesmo ocorrerá novamente. Aliás, a ideia de que aceitar um erro é sinônimo de fracasso ou de que o mesmo se tornará um hábito deve ser combatida. O que leva a outro ponto: o de evitar rótulos. Ainda que seja uma forte tendência o ato de rotular pessoas, essa ideia não é nada saudável e bastante inapropriada. A ideia do rótulo é a de simplificar alguém a apenas uma ou poucas características deixando de lado assim o todo e ficando apenas com algumas partes. Isso leva a generalização, o que não é bom. Do mesmo modo como falhar em alguma prova ou exame não significa que você seja um completo fracasso, vencer uma corrida não significa que você sempre será um vencedor. Entenda, portanto, que nossa totalidade não é igual a soma das partes, pois nós temos diversas facetas. De igual modo devemos perceber que nós somos mutáveis, ou seja, nos transformamos ao longo do tempo. Nossos interesses mudam, amadurecemos, aprendemos coisas novas, nossa visão sobre várias coisas se modificam. Assim é que estamos sempre em mudança e em progresso, e este processo envolve experiências com erros e acertos. Saber ser flexível consigo mesmo é essencial, uma vez que somos desta maneira: um conjunto de erros e acertos que se transforma com o tempo. Por fim, considere a seguinte hipótese: se um amigo lhe pedisse ajuda a respeito de uma situação em que ele tivesse errado, o que diria a ele? O mesmo não pode ser dito a si mesmo? Muitas vezes somos mais tolerantes com os outros do que com nós mesmos. Por que não então ser tolerante consigo e se aceitar com seus erros e acertos? Se precisa de ajuda ou está com dúvidas, não deixe de se consultar com profissionais que podem te ajudar. Entre em contato com os nossos profissionais clicando aqui.
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