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Transtorno do estresse pós-traumático: o que é, afinal?

5 de novembro de 2020
Por: Dra. Leticia Filizzola
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Transtorno do estresse pós-traumático: o que é, afinal?

Ser vítima de um desastre natural, acidente, violência ou mesmo o contexto como o da pandemia do COVID-19, que tomou de assalto nada menos do que quase todos os países do nosso mundo inteiro, pode ser algo traumático.

Grande parte das pessoas passou ou passará por situações desse tipo. Porém, o impacto exercido em cada indivíduo depende de muitas variáveis.

O trauma psicológico ocorre quando o indivíduo passa por uma situação de extremo estresse, não sendo capaz de lidar suficientemente bem com a experiência vivida.

Durante a situação geradora de trauma pode ter havido a sensação iminente de risco de morte, de ferimentos graves ou da perda da sanidade mental. No medo de “enlouquecer” estão relacionadas possibilidades de desenvolvimento de quadro como desrealização e despersonalização, sintomatologia que surge para fazer frente às situações limite vivenciadas pelo indivíduo, que se protege edificando uma barreira ou de “cisão reversível” em relação à realidade que se mostra ameaçadora. Quanto à expressão Cisão Reversível utilizada, ocorre que, diferente da psicose, os sintomas apresentados no transtorno do Estresse Pós-Traumático não envolvem estímulos sensoriais (vozes, imagens, sons) inexistentes, e sim estão diretamente relacionados à uma situação de ameaça real vivenciada pelo sujeito.

As consequências do trauma tendem a ser piores quando este é causado por alguém próximo, muitas vezes de maneira repetida, sistemática e cruel.

O trauma consiste em um nível extremo de estresse que leva o organismo ao seu limite emocional, podendo acarretar consequências graves como quadros de depressão maior e desfechos negativos como o suicídio.

O que determina se uma situação estressante vai ser ou não traumática depende muito da percepção que a própria pessoa faz da situação vivenciada.

No contexto dos soldados combatentes de guerra, por exemplo (e até mais recentemente nossos profissionais de saúde da linha de frente no combate à pandemia nos hospitais e UTI’s de todo o mundo) a maior parte dos indivíduos acaba logrando êxito em superar as situações estressantes, ainda que com muito sacrifício. Porém, como todos nós somos diferentes, alguns outros não conseguem dar conta da situação traumática sozinhos.

Até mesmo os genes de cada indivíduo exercem alguma influência nas reações diante do estresse extremo.
Variações em genes responsáveis por regular a produção de substâncias como o cortisol (hormônio do estresse), epinefrina e norepinefrina, precursores da adrenalina e noradrenalina, responsáveis por manter o organismo em estado de alerta, estão relacionados à maior chance de uma experiência se tornar traumática.

Ao vivenciar uma situação de estresse extremo, o lobo frontal do cérebro se torna menos ativo, dificultando a capacidade de raciocínio, e por conseguinte, tornando mais difícil agir de maneira racional.

Ao mesmo tempo, as amígdalas cerebrais se tornam mais ativas, promovendo a reação de medo, com todas suas características somáticas. Além disso, as substâncias acima citadas promovem alterações neurofisiológicas. Ao serem liberadas pelo sistema nervoso central colocam o organismo em “estado de alerta de sobrevivência”, reduzindo atividades que não sejam essenciais à autopreservação.

As mudanças que ocorrem durante o evento traumático em regiões corticais como o hipocampo, tálamo e as amígdalas cerebrais levam o indivíduos a criar memórias do evento vivenciado de forma mais fragmentada, descontextualizada e vívida. Sendo assim, o indivíduo tende a armazenar principalmente informações sensoriais do evento, tais como cheiros, sons e imagens.

Contudo, o registro da sequência de eventos ocorridos ou os detalhes específicos tenderá a ficar prejudicado, não correspondendo exatamente ao ocorrido no campo da facticidade.

É principalmente a partir do viés de formação de memórias das emoções intensas vividas que surgem alguns dos sinais mais comuns de um trauma, que são: os flashbacks, os pensamentos intrusivos, e os pesadelos vívidos.

Situações potencialmente traumáticas como estar num front de batalha ou sofrer algum tipo de violência ou grave ameaça à própria integridade física podem levar o indivíduo à desenvolver o Transtorno de Estresse Pós-Traumático de que estamos tratando aqui. Nessa condição, a pessoa presencia ou vivencia um evento traumático e segue, mesmo após findado este, sofrendo prejuízos ao cotidiano. O tempo pelo qual a pessoa continua em estado de alerta constante a respeito da situação traumática pode variar muito de pessoa para pessoa, assim como o período para um prognóstico satisfatório.

Quando em Estresse Pós-Traumático, a pessoa costuma reviver o evento causador do trauma, seja em flashbacks ou em lembranças mais abstratas, advindas da situação. Pesadelos com o tema também são comuns. A pessoa acometida pelo Transtorno de Estresse Pós-Traumático pode tender a evitar ao máximo se expor a situações que rememorem o evento, levando a apresentar alterações em seus padrões de pensamentos, crenças e emoções. Por exemplo, pode se tornar persecutória e autorreferente até que o transtorno vá, enfim, se esvanecendo com o passar do tempo.

Mesmo uma situação extremamente desagradável pode são ser traumática para todas as pessoas, ou pode também ser mais facilmente superada em alguns casos. Com o decurso do tempo, um considerável número de pessoas vai conseguindo lidar de forma resiliente com situações outrora traumáticas, desenvolvendo uma espécie de proteção, uma “casca grossa”, em vistas de salvaguardar a si mesmo e sua sanidade mental.

Infelizmente, tal resiliência nem sempre acontece. Situações de trauma trazem consigo um potencial de aprisionamento do indivíduo em situações passadas, impedindo-o de viver sua vida de maneira menos dolorosa. Nesses casos, como arautos de uma liberdade do indivíduo em relação aos movimentos de sua vida, procurar psicoterapia é um dos caminhos mais indicados.

Se precisa de ajuda ou está com dúvidas, não deixe de se consultar com profissionais que podem te ajudar.

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No medo de “enlouquecer” estão relacionadas possibilidades de desenvolvimento de quadro como desrealização e despersonalização, sintomatologia que surge para fazer frente às situações limite vivenciadas pelo indivíduo, que se protege edificando uma barreira ou de “cisão reversível” em relação à realidade que se mostra ameaçadora. Quanto à expressão Cisão Reversível utilizada, ocorre que, diferente da psicose, os sintomas apresentados no transtorno do Estresse Pós-Traumático não envolvem estímulos sensoriais (vozes, imagens, sons) inexistentes, e sim estão diretamente relacionados à uma situação de ameaça real vivenciada pelo sujeito. As consequências do trauma tendem a ser piores quando este é causado por alguém próximo, muitas vezes de maneira repetida, sistemática e cruel. O trauma consiste em um nível extremo de estresse que leva o organismo ao seu limite emocional, podendo acarretar consequências graves como quadros de depressão maior e desfechos negativos como o suicídio. O que determina se uma situação estressante vai ser ou não traumática depende muito da percepção que a própria pessoa faz da situação vivenciada. No contexto dos soldados combatentes de guerra, por exemplo (e até mais recentemente nossos profissionais de saúde da linha de frente no combate à pandemia nos hospitais e UTI’s de todo o mundo) a maior parte dos indivíduos acaba logrando êxito em superar as situações estressantes, ainda que com muito sacrifício. Porém, como todos nós somos diferentes, alguns outros não conseguem dar conta da situação traumática sozinhos. Até mesmo os genes de cada indivíduo exercem alguma influência nas reações diante do estresse extremo. Variações em genes responsáveis por regular a produção de substâncias como o cortisol (hormônio do estresse), epinefrina e norepinefrina, precursores da adrenalina e noradrenalina, responsáveis por manter o organismo em estado de alerta, estão relacionados à maior chance de uma experiência se tornar traumática. Ao vivenciar uma situação de estresse extremo, o lobo frontal do cérebro se torna menos ativo, dificultando a capacidade de raciocínio, e por conseguinte, tornando mais difícil agir de maneira racional. Ao mesmo tempo, as amígdalas cerebrais se tornam mais ativas, promovendo a reação de medo, com todas suas características somáticas. Além disso, as substâncias acima citadas promovem alterações neurofisiológicas. Ao serem liberadas pelo sistema nervoso central colocam o organismo em “estado de alerta de sobrevivência”, reduzindo atividades que não sejam essenciais à autopreservação. As mudanças que ocorrem durante o evento traumático em regiões corticais como o hipocampo, tálamo e as amígdalas cerebrais levam o indivíduos a criar memórias do evento vivenciado de forma mais fragmentada, descontextualizada e vívida. Sendo assim, o indivíduo tende a armazenar principalmente informações sensoriais do evento, tais como cheiros, sons e imagens. Contudo, o registro da sequência de eventos ocorridos ou os detalhes específicos tenderá a ficar prejudicado, não correspondendo exatamente ao ocorrido no campo da facticidade. É principalmente a partir do viés de formação de memórias das emoções intensas vividas que surgem alguns dos sinais mais comuns de um trauma, que são: os flashbacks, os pensamentos intrusivos, e os pesadelos vívidos. Situações potencialmente traumáticas como estar num front de batalha ou sofrer algum tipo de violência ou grave ameaça à própria integridade física podem levar o indivíduo à desenvolver o Transtorno de Estresse Pós-Traumático de que estamos tratando aqui. Nessa condição, a pessoa presencia ou vivencia um evento traumático e segue, mesmo após findado este, sofrendo prejuízos ao cotidiano. O tempo pelo qual a pessoa continua em estado de alerta constante a respeito da situação traumática pode variar muito de pessoa para pessoa, assim como o período para um prognóstico satisfatório. Quando em Estresse Pós-Traumático, a pessoa costuma reviver o evento causador do trauma, seja em flashbacks ou em lembranças mais abstratas, advindas da situação. Pesadelos com o tema também são comuns. A pessoa acometida pelo Transtorno de Estresse Pós-Traumático pode tender a evitar ao máximo se expor a situações que rememorem o evento, levando a apresentar alterações em seus padrões de pensamentos, crenças e emoções. Por exemplo, pode se tornar persecutória e autorreferente até que o transtorno vá, enfim, se esvanecendo com o passar do tempo. Mesmo uma situação extremamente desagradável pode são ser traumática para todas as pessoas, ou pode também ser mais facilmente superada em alguns casos. Com o decurso do tempo, um considerável número de pessoas vai conseguindo lidar de forma resiliente com situações outrora traumáticas, desenvolvendo uma espécie de proteção, uma “casca grossa”, em vistas de salvaguardar a si mesmo e sua sanidade mental. Infelizmente, tal resiliência nem sempre acontece. Situações de trauma trazem consigo um potencial de aprisionamento do indivíduo em situações passadas, impedindo-o de viver sua vida de maneira menos dolorosa. Nesses casos, como arautos de uma liberdade do indivíduo em relação aos movimentos de sua vida, procurar psicoterapia é um dos caminhos mais indicados. Se precisa de ajuda ou está com dúvidas, não deixe de se consultar com profissionais que podem te ajudar. Entre em contato com os nossos profissionais clicando aqui.
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No medo de “enlouquecer” estão relacionadas possibilidades de desenvolvimento de quadro como desrealização e despersonalização, sintomatologia que surge para fazer frente às situações limite vivenciadas pelo indivíduo, que se protege edificando uma barreira ou de “cisão reversível” em relação à realidade que se mostra ameaçadora. Quanto à expressão Cisão Reversível utilizada, ocorre que, diferente da psicose, os sintomas apresentados no transtorno do Estresse Pós-Traumático não envolvem estímulos sensoriais (vozes, imagens, sons) inexistentes, e sim estão diretamente relacionados à uma situação de ameaça real vivenciada pelo sujeito. As consequências do trauma tendem a ser piores quando este é causado por alguém próximo, muitas vezes de maneira repetida, sistemática e cruel. O trauma consiste em um nível extremo de estresse que leva o organismo ao seu limite emocional, podendo acarretar consequências graves como quadros de depressão maior e desfechos negativos como o suicídio. O que determina se uma situação estressante vai ser ou não traumática depende muito da percepção que a própria pessoa faz da situação vivenciada. No contexto dos soldados combatentes de guerra, por exemplo (e até mais recentemente nossos profissionais de saúde da linha de frente no combate à pandemia nos hospitais e UTI’s de todo o mundo) a maior parte dos indivíduos acaba logrando êxito em superar as situações estressantes, ainda que com muito sacrifício. Porém, como todos nós somos diferentes, alguns outros não conseguem dar conta da situação traumática sozinhos. Até mesmo os genes de cada indivíduo exercem alguma influência nas reações diante do estresse extremo. Variações em genes responsáveis por regular a produção de substâncias como o cortisol (hormônio do estresse), epinefrina e norepinefrina, precursores da adrenalina e noradrenalina, responsáveis por manter o organismo em estado de alerta, estão relacionados à maior chance de uma experiência se tornar traumática. Ao vivenciar uma situação de estresse extremo, o lobo frontal do cérebro se torna menos ativo, dificultando a capacidade de raciocínio, e por conseguinte, tornando mais difícil agir de maneira racional. Ao mesmo tempo, as amígdalas cerebrais se tornam mais ativas, promovendo a reação de medo, com todas suas características somáticas. Além disso, as substâncias acima citadas promovem alterações neurofisiológicas. Ao serem liberadas pelo sistema nervoso central colocam o organismo em “estado de alerta de sobrevivência”, reduzindo atividades que não sejam essenciais à autopreservação. As mudanças que ocorrem durante o evento traumático em regiões corticais como o hipocampo, tálamo e as amígdalas cerebrais levam o indivíduos a criar memórias do evento vivenciado de forma mais fragmentada, descontextualizada e vívida. Sendo assim, o indivíduo tende a armazenar principalmente informações sensoriais do evento, tais como cheiros, sons e imagens. Contudo, o registro da sequência de eventos ocorridos ou os detalhes específicos tenderá a ficar prejudicado, não correspondendo exatamente ao ocorrido no campo da facticidade. É principalmente a partir do viés de formação de memórias das emoções intensas vividas que surgem alguns dos sinais mais comuns de um trauma, que são: os flashbacks, os pensamentos intrusivos, e os pesadelos vívidos. Situações potencialmente traumáticas como estar num front de batalha ou sofrer algum tipo de violência ou grave ameaça à própria integridade física podem levar o indivíduo à desenvolver o Transtorno de Estresse Pós-Traumático de que estamos tratando aqui. Nessa condição, a pessoa presencia ou vivencia um evento traumático e segue, mesmo após findado este, sofrendo prejuízos ao cotidiano. O tempo pelo qual a pessoa continua em estado de alerta constante a respeito da situação traumática pode variar muito de pessoa para pessoa, assim como o período para um prognóstico satisfatório. Quando em Estresse Pós-Traumático, a pessoa costuma reviver o evento causador do trauma, seja em flashbacks ou em lembranças mais abstratas, advindas da situação. Pesadelos com o tema também são comuns. A pessoa acometida pelo Transtorno de Estresse Pós-Traumático pode tender a evitar ao máximo se expor a situações que rememorem o evento, levando a apresentar alterações em seus padrões de pensamentos, crenças e emoções. Por exemplo, pode se tornar persecutória e autorreferente até que o transtorno vá, enfim, se esvanecendo com o passar do tempo. Mesmo uma situação extremamente desagradável pode são ser traumática para todas as pessoas, ou pode também ser mais facilmente superada em alguns casos. Com o decurso do tempo, um considerável número de pessoas vai conseguindo lidar de forma resiliente com situações outrora traumáticas, desenvolvendo uma espécie de proteção, uma “casca grossa”, em vistas de salvaguardar a si mesmo e sua sanidade mental. 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