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Psicologia Forense, o que é, o que faz?

22 de outubro de 2019
Por: Dra. Leticia Filizzola
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Psicologia Forense, o que é, o que faz?

              

Onde há uma pessoa, cabe um psicólogo. Entre as muitas aplicações da ciência Psicologia e, por consequência, das múltiplas atuações do psicólogo, está sua interface com o mundo do Direito. Pensando a respeito das mais variadas situações nas quais o humano invariavelmente vai estar no decorrer de seu caminho e de sua história, por vezes o indivíduo se depara com situações nas quais se faz necessária a intervenção e a perícia de um profissional para fazer a interface entre o mundo da subjetividade, que pode conter em seu bojo uma psicopatologia, e o universo das das leis.

Etimologicamente o termo forense faz referência àquilo que é de praça pública, relativo aos tribunais e à justiça; que se usa no foro. Entretanto, é importante notar que a psicologia forense não está restrita ao âmbito unicamente judicial, indo muito além deste espaço. A psicologia forense é produzida em uma grande variedade de contextos, instituições ou locais, como por exemplo serviços de apoio a crianças ou a vítimas de infrações e estabelecimentos de saúde mental.

A interdisciplinaridade marca a atuação do profissional da psicologia, que integra equipes compostas por pares de outras áreas do conhecimento técnico. Com a tarefa de atuar em conjunto com outras esferas do saber, a psicologia forense busca colaborar para que as pessoas tenham seus direitos relacionados às questões jurídicas garantidos.

Situando-se na confluência de saberes diversos, a psicologia jurídica estabelece conexões não só com o Direito em si, como com o Serviço Social, a Sociologia, a Antropologia, além de seus pares mais próximos no trabalho clínico, a Psiquiatria e a Medicina. Assim como o ser humano é de fato composto por diversos lados, o suporte e a assistência às suas demandas lança mão de uma variedade de vieses e expertises.

A psicologia forense pode ser entendida como o estudo do comportamento desenvolvido dentro de ambientes regulados juridicamente, buscando promover um melhor exercício do direito, respondendo judicialmente o psicólogo pelos efeitos e resultados da medida judicial pautada pelo seu trabalho.

No momento em que uma coletividade se depara com situações nas quais há debate e divergência entre seus valores e opiniões e os valores e opiniões do outro em relação ao respaldo judicial, quando surge um acontecimento que está fora daquilo que é esperado entre cidadãos de uma sociedade, é quando surge a necessidade da mediação. Dentro dessa mediação, a presença do profissional psicólogo leva consigo o olhar diferenciado e voltado àquilo, que é subjetivo, que se passa em cada indivíduo de maneira diferente, a depender de cada situação. Os perfis psicológicos e a consideração pelo contexto social e cultural tornam viáveis uma melhor aplicação de leis que são, de certa maneira, generalizadas, por serem feitas visando regular um grande contingente de pessoas.

              Ao Psicólogo Forense é possível atuar, por exemplo, em audiências de guarda, na qual os pais decidem com quem o filho deve ficar após o divórcio, disputas civis e criminais, nas quais se enquadram às infrações legais que foram motivadas por questões de doença mental, questões trabalhistas, questões de interdição, na qual o sujeito pode estar acometido de doença mental que o torne incapacitado de fazer a gestão de suas questões administrativas e financeiras, entre outras. Nessa confluência entre saberes, o trabalho do Psicólogo Forense busca a garantia do acesso às leis e ao seu cumprimento devido.

Para sua práxis, a Psicologia Forense lança mão da psicometria, que são os testes psicológicos, instrumentos que utilizam métodos e escalas para mensurar os resultados obtidos em sua aplicação, seja ela projetiva ou de outros tipos, trazendo padronização e facilitando as decisões a serem tomadas pelos operadores do direito.              

Em uma breve diferenciação em relação à psiquiatria e a psicologia forense, a diferença principal é que o Psiquiatra é um profissional médico, e o Psicólogo é um profissional Psicologia. Psiquiatria, um ramo da Medicina, requer a formação do médico e todo um arcabouço voltado à doença em si, o estudo da doença, como ela se processa, suas possibilidades de prognóstico e a devida prescrição de medicações apropriadas para cada caso e cada doença.

A Psicologia, por não ser um ramo da Medicina como a Psiquiatria, está voltada ao indivíduo em si, que pode estar ou não em um processo de doença. A Psicologia está então voltada aos processos mentais e maneiras de analisar suas vivências e percepções daquilo que o cerca. Posto isso, quando aplicadas ao mundo do Direito e da interface com as leis, cada qual, psicologia e psiquiatria, tem sua especificidade. Um cuida da doença, o outro, da maneira como o indivíduo, doente ou não, lida com as questões da vida, entre as quais está a regulamentação da Lei. Ao profissional psiquiatra será possível estabelecer um diagnóstico de acordo com a métrica de sua análise, e ao psicólogo atuar na interface com situações de natureza subjetiva e dinâmica.

As ciências do psiquismo voltadas à instrumentalização na interface da lei, assim a psicologia jurídica se coloca a dispor da demanda do fenômeno humano.

 

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                   Onde há uma pessoa, cabe um psicólogo. Entre as muitas aplicações da ciência Psicologia e, por consequência, das múltiplas atuações do psicólogo, está sua interface com o mundo do Direito. Pensando a respeito das mais variadas situações nas quais o humano invariavelmente vai estar no decorrer de seu caminho e de sua história, por vezes o indivíduo se depara com situações nas quais se faz necessária a intervenção e a perícia de um profissional para fazer a interface entre o mundo da subjetividade, que pode conter em seu bojo uma psicopatologia, e o universo das das leis. Etimologicamente o termo forense faz referência àquilo que é de praça pública, relativo aos tribunais e à justiça; que se usa no foro. Entretanto, é importante notar que a psicologia forense não está restrita ao âmbito unicamente judicial, indo muito além deste espaço. A psicologia forense é produzida em uma grande variedade de contextos, instituições ou locais, como por exemplo serviços de apoio a crianças ou a vítimas de infrações e estabelecimentos de saúde mental. A interdisciplinaridade marca a atuação do profissional da psicologia, que integra equipes compostas por pares de outras áreas do conhecimento técnico. Com a tarefa de atuar em conjunto com outras esferas do saber, a psicologia forense busca colaborar para que as pessoas tenham seus direitos relacionados às questões jurídicas garantidos. Situando-se na confluência de saberes diversos, a psicologia jurídica estabelece conexões não só com o Direito em si, como com o Serviço Social, a Sociologia, a Antropologia, além de seus pares mais próximos no trabalho clínico, a Psiquiatria e a Medicina. Assim como o ser humano é de fato composto por diversos lados, o suporte e a assistência às suas demandas lança mão de uma variedade de vieses e expertises. A psicologia forense pode ser entendida como o estudo do comportamento desenvolvido dentro de ambientes regulados juridicamente, buscando promover um melhor exercício do direito, respondendo judicialmente o psicólogo pelos efeitos e resultados da medida judicial pautada pelo seu trabalho. No momento em que uma coletividade se depara com situações nas quais há debate e divergência entre seus valores e opiniões e os valores e opiniões do outro em relação ao respaldo judicial, quando surge um acontecimento que está fora daquilo que é esperado entre cidadãos de uma sociedade, é quando surge a necessidade da mediação. Dentro dessa mediação, a presença do profissional psicólogo leva consigo o olhar diferenciado e voltado àquilo, que é subjetivo, que se passa em cada indivíduo de maneira diferente, a depender de cada situação. Os perfis psicológicos e a consideração pelo contexto social e cultural tornam viáveis uma melhor aplicação de leis que são, de certa maneira, generalizadas, por serem feitas visando regular um grande contingente de pessoas.               Ao Psicólogo Forense é possível atuar, por exemplo, em audiências de guarda, na qual os pais decidem com quem o filho deve ficar após o divórcio, disputas civis e criminais, nas quais se enquadram às infrações legais que foram motivadas por questões de doença mental, questões trabalhistas, questões de interdição, na qual o sujeito pode estar acometido de doença mental que o torne incapacitado de fazer a gestão de suas questões administrativas e financeiras, entre outras. Nessa confluência entre saberes, o trabalho do Psicólogo Forense busca a garantia do acesso às leis e ao seu cumprimento devido. Para sua práxis, a Psicologia Forense lança mão da psicometria, que são os testes psicológicos, instrumentos que utilizam métodos e escalas para mensurar os resultados obtidos em sua aplicação, seja ela projetiva ou de outros tipos, trazendo padronização e facilitando as decisões a serem tomadas pelos operadores do direito.               Em uma breve diferenciação em relação à psiquiatria e a psicologia forense, a diferença principal é que o Psiquiatra é um profissional médico, e o Psicólogo é um profissional Psicologia. Psiquiatria, um ramo da Medicina, requer a formação do médico e todo um arcabouço voltado à doença em si, o estudo da doença, como ela se processa, suas possibilidades de prognóstico e a devida prescrição de medicações apropriadas para cada caso e cada doença. A Psicologia, por não ser um ramo da Medicina como a Psiquiatria, está voltada ao indivíduo em si, que pode estar ou não em um processo de doença. A Psicologia está então voltada aos processos mentais e maneiras de analisar suas vivências e percepções daquilo que o cerca. Posto isso, quando aplicadas ao mundo do Direito e da interface com as leis, cada qual, psicologia e psiquiatria, tem sua especificidade. Um cuida da doença, o outro, da maneira como o indivíduo, doente ou não, lida com as questões da vida, entre as quais está a regulamentação da Lei. Ao profissional psiquiatra será possível estabelecer um diagnóstico de acordo com a métrica de sua análise, e ao psicólogo atuar na interface com situações de natureza subjetiva e dinâmica. As ciências do psiquismo voltadas à instrumentalização na interface da lei, assim a psicologia jurídica se coloca a dispor da demanda do fenômeno humano.  
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A psicologia forense é produzida em uma grande variedade de contextos, instituições ou locais, como por exemplo serviços de apoio a crianças ou a vítimas de infrações e estabelecimentos de saúde mental. A interdisciplinaridade marca a atuação do profissional da psicologia, que integra equipes compostas por pares de outras áreas do conhecimento técnico. Com a tarefa de atuar em conjunto com outras esferas do saber, a psicologia forense busca colaborar para que as pessoas tenham seus direitos relacionados às questões jurídicas garantidos. Situando-se na confluência de saberes diversos, a psicologia jurídica estabelece conexões não só com o Direito em si, como com o Serviço Social, a Sociologia, a Antropologia, além de seus pares mais próximos no trabalho clínico, a Psiquiatria e a Medicina. Assim como o ser humano é de fato composto por diversos lados, o suporte e a assistência às suas demandas lança mão de uma variedade de vieses e expertises. A psicologia forense pode ser entendida como o estudo do comportamento desenvolvido dentro de ambientes regulados juridicamente, buscando promover um melhor exercício do direito, respondendo judicialmente o psicólogo pelos efeitos e resultados da medida judicial pautada pelo seu trabalho. No momento em que uma coletividade se depara com situações nas quais há debate e divergência entre seus valores e opiniões e os valores e opiniões do outro em relação ao respaldo judicial, quando surge um acontecimento que está fora daquilo que é esperado entre cidadãos de uma sociedade, é quando surge a necessidade da mediação. Dentro dessa mediação, a presença do profissional psicólogo leva consigo o olhar diferenciado e voltado àquilo, que é subjetivo, que se passa em cada indivíduo de maneira diferente, a depender de cada situação. Os perfis psicológicos e a consideração pelo contexto social e cultural tornam viáveis uma melhor aplicação de leis que são, de certa maneira, generalizadas, por serem feitas visando regular um grande contingente de pessoas.               Ao Psicólogo Forense é possível atuar, por exemplo, em audiências de guarda, na qual os pais decidem com quem o filho deve ficar após o divórcio, disputas civis e criminais, nas quais se enquadram às infrações legais que foram motivadas por questões de doença mental, questões trabalhistas, questões de interdição, na qual o sujeito pode estar acometido de doença mental que o torne incapacitado de fazer a gestão de suas questões administrativas e financeiras, entre outras. Nessa confluência entre saberes, o trabalho do Psicólogo Forense busca a garantia do acesso às leis e ao seu cumprimento devido. Para sua práxis, a Psicologia Forense lança mão da psicometria, que são os testes psicológicos, instrumentos que utilizam métodos e escalas para mensurar os resultados obtidos em sua aplicação, seja ela projetiva ou de outros tipos, trazendo padronização e facilitando as decisões a serem tomadas pelos operadores do direito.               Em uma breve diferenciação em relação à psiquiatria e a psicologia forense, a diferença principal é que o Psiquiatra é um profissional médico, e o Psicólogo é um profissional Psicologia. Psiquiatria, um ramo da Medicina, requer a formação do médico e todo um arcabouço voltado à doença em si, o estudo da doença, como ela se processa, suas possibilidades de prognóstico e a devida prescrição de medicações apropriadas para cada caso e cada doença. A Psicologia, por não ser um ramo da Medicina como a Psiquiatria, está voltada ao indivíduo em si, que pode estar ou não em um processo de doença. 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