Todos nós em algum momento na vida desejamos fazer parte de um grupo, isto porque somos seres sociais e precisamos do outro para nos desenvolver e sobreviver. Seguindo esta linha de raciocínio, os psicólogos Roy Baumeister e Mark Leary desenvolveram a teoria da necessidade de pertencimento que defende a seguinte ideia: a necessidade de vínculos interpessoais é um motivo que evoluiu para fins adaptativos.
Na evolução da humanidade nossos antepassados que viviam com outras pessoas tinham mais chances de sobreviver e assim passar seus genes adiante. Grupos por cooperarem na sobrevivência, como alimentação e proteção contra predadores, eram mais propensos a atingir a idade reprodutora e ter descendentes. Devido a isso que ao longo do tempo os humanos tem se comprometido a viver em grupos.
Tal teoria também explica porque a maioria das pessoas tem facilidade em fazer amizades. Estar em grupo é um fenômeno humano presente em todas as culturas, ainda que de modo diferente, e uma vez que o indivíduo não pertence a um grupo as chances de experienciar efeitos negativos crescem. Deste modo, a sensação de pertencimento é um motivo básico que incentiva um comportamento, no caso a busca por um grupo. Seria similar a fome que impulsiona a busca por comida para sobreviver.
Como consequência desta necessidade de pertencimento, o ser humano também precisa estar atento e sensível para saber se de fato está incluído em determinado grupo e quais as chances de ser expulso do mesmo. Pesquisas mostram que as pessoas ficam ansiosas quando enxergam a possiblidade de exclusão de seus grupos sociais. De igual modo, indivíduos tímidos e solitários estão mais propensos a se preocuparem com a avaliação social e ficam muito mais atentos a estas informações.
Como conclusão podemos afirmar que do mesmo modo que a falta de comida traz fome, a falta de contato social provoca vazio e desespero. Ou seja, temos a necessidade de companhia humana. Assim é que aqueles que defendem o contrário, de que não precisam do outro ou não querem se envolver e evitam contato humano, estão deixando de lado uma necessidade básica do homem. Pensar desta maneira é ir contra uma necessidade humana, e deste modo, experimentar sentimentos negativos causados pela ausência de contato social.
Meu interesse em Psicologia nasce da minha curiosidade em compreender o comportamento humano e na habilidade e potencialidade que esta profissão oferece de uma escuta diferenciada.
Todos nós em algum momento na vida desejamos fazer parte de um grupo, isto porque somos seres sociais e precisamos do outro para nos desenvolver e sobreviver. Seguindo esta linha de raciocínio, os psicólogos Roy Baumeister e Mark Leary desenvolveram a teoria da necessidade de pertencimento que defende a seguinte ideia: a necessidade de vínculos interpessoais é um motivo que evoluiu para fins adaptativos. Na evolução da humanidade nossos antepassados que viviam com outras pessoas tinham mais chances de sobreviver e assim passar seus genes adiante. Grupos por cooperarem na sobrevivência, como alimentação e proteção contra predadores, eram mais propensos a atingir a idade reprodutora e ter descendentes. Devido a isso que ao longo do tempo os humanos tem se comprometido a viver em grupos. Tal teoria também explica porque a maioria das pessoas tem facilidade em fazer amizades. Estar em grupo é um fenômeno humano presente em todas as culturas, ainda que de modo diferente, e uma vez que o indivíduo não pertence a um grupo as chances de experienciar efeitos negativos crescem. Deste modo, a sensação de pertencimento é um motivo básico que incentiva um comportamento, no caso a busca por um grupo. Seria similar a fome que impulsiona a busca por comida para sobreviver. Como consequência desta necessidade de pertencimento, o ser humano também precisa estar atento e sensível para saber se de fato está incluído em determinado grupo e quais as chances de ser expulso do mesmo. Pesquisas mostram que as pessoas ficam ansiosas quando enxergam a possiblidade de exclusão de seus grupos sociais. De igual modo, indivíduos tímidos e solitários estão mais propensos a se preocuparem com a avaliação social e ficam muito mais atentos a estas informações. Como conclusão podemos afirmar que do mesmo modo que a falta de comida traz fome, a falta de contato social provoca vazio e desespero. Ou seja, temos a necessidade de companhia humana. Assim é que aqueles que defendem o contrário, de que não precisam do outro ou não querem se envolver e evitam contato humano, estão deixando de lado uma necessidade básica do homem. Pensar desta maneira é ir contra uma necessidade humana, e deste modo, experimentar sentimentos negativos causados pela ausência de contato social. Referência: GAZZANIGA, Michael; HEATHERTON, Todd; HALPERN, Diane. Ciência psicológica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018.
Todos nós em algum momento na vida desejamos fazer parte de um grupo, isto porque somos seres sociais e precisamos do outro para nos desenvolver e sobreviver. Seguindo esta linha de raciocínio, os psicólogos Roy Baumeister e Mark Leary desenvolveram a teoria da necessidade de pertencimento que defende a seguinte ideia: a necessidade de vínculos interpessoais é um motivo que evoluiu para fins adaptativos. Na evolução da humanidade nossos antepassados que viviam com outras pessoas tinham mais chances de sobreviver e assim passar seus genes adiante. Grupos por cooperarem na sobrevivência, como alimentação e proteção contra predadores, eram mais propensos a atingir a idade reprodutora e ter descendentes. Devido a isso que ao longo do tempo os humanos tem se comprometido a viver em grupos. Tal teoria também explica porque a maioria das pessoas tem facilidade em fazer amizades. Estar em grupo é um fenômeno humano presente em todas as culturas, ainda que de modo diferente, e uma vez que o indivíduo não pertence a um grupo as chances de experienciar efeitos negativos crescem. Deste modo, a sensação de pertencimento é um motivo básico que incentiva um comportamento, no caso a busca por um grupo. Seria similar a fome que impulsiona a busca por comida para sobreviver. Como consequência desta necessidade de pertencimento, o ser humano também precisa estar atento e sensível para saber se de fato está incluído em determinado grupo e quais as chances de ser expulso do mesmo. Pesquisas mostram que as pessoas ficam ansiosas quando enxergam a possiblidade de exclusão de seus grupos sociais. De igual modo, indivíduos tímidos e solitários estão mais propensos a se preocuparem com a avaliação social e ficam muito mais atentos a estas informações. Como conclusão podemos afirmar que do mesmo modo que a falta de comida traz fome, a falta de contato social provoca vazio e desespero. Ou seja, temos a necessidade de companhia humana. Assim é que aqueles que defendem o contrário, de que não precisam do outro ou não querem se envolver e evitam contato humano, estão deixando de lado uma necessidade básica do homem. Pensar desta maneira é ir contra uma necessidade humana, e deste modo, experimentar sentimentos negativos causados pela ausência de contato social. Referência: GAZZANIGA, Michael; HEATHERTON, Todd; HALPERN, Diane. Ciência psicológica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018.
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