A demência é uma fase avançada de alguma doença que leva à incapacidade do indivíduo. Normalmente, a doença cerebral é degenerativa, resultando na perda progressiva de habilidades e, consequentemente, na perda de autonomia. O tipo mais comum de demência no mundo é a Doença de Alzheimer. Além dela, existem outras doenças demenciais, como a demência por Corpúsculos de Lewy, a demência frontotemporal e a demência vascular, cada uma com características patológicas e clínicas específicas. Há também causas reversíveis de comprometimento cognitivo, como infecções no sistema nervoso central, hipotireoidismo e deficiências vitamínicas, que podem ser tratadas.
A doença de Alzheimer é causada pelo acúmulo anormal de substâncias tóxicas no cérebro, como a proteína tau fosforilada e a proteína beta-amiloide. Esse processo desencadeia alterações inflamatórias no sistema nervoso central, levando ao esquecimento. O hipocampo, área cerebral responsável pela formação de novas memórias, é uma das mais afetadas. A memória episódica, que permite criar novas lembranças de eventos e experiências, é especialmente comprometida. Diversos estudos foram realizados para desenvolver tratamentos e medicamentos para essa doença, destacando a importância da pesquisa científica.
Atualmente, sabemos que até 60% dos casos de Alzheimer podem ser prevenidos. Isso significa que existem ações que podemos tomar para reduzir significativamente o risco dessa doença.
Alimentação saudável: Consuma verduras, legumes e frutas frescas, que ajudam a fortalecer a inflamação no cérebro. Evite o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e alimentos processados ou muito gordurosos.
Exercícios físicos: Pratique atividades físicas, especialmente aeróbicas, pelo menos três vezes por semana, por 30 minutos.
Estimulação cerebral: Mantenha o cérebro ativo com atividades como leitura, jogos de palavras cruzadas, meditação e interação social.
Essas práticas ajudam a proteger o cérebro e promovem a qualidade de vida, reduzindo as chances de desenvolver demência.
Fonte: Nunes, Magda Lahorge; da Costa, Jaderson Costa; de Souza, Draiton Gonzaga. Entendendo o funcionamento do cérebro ao longo da vida . 1.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2021.
Meu interesse em Psicologia nasce da minha curiosidade em compreender o comportamento humano e na habilidade e potencialidade que esta profissão oferece de uma escuta diferenciada.
A demência é uma fase avançada de alguma doença que leva à incapacidade do indivíduo. Normalmente, a doença cerebral é degenerativa, resultando na perda progressiva de habilidades e, consequentemente, na perda de autonomia. O tipo mais comum de demência no mundo é a Doença de Alzheimer. Além dela, existem outras doenças demenciais, como a demência por Corpúsculos de Lewy, a demência frontotemporal e a demência vascular, cada uma com características patológicas e clínicas específicas. Há também causas reversíveis de comprometimento cognitivo, como infecções no sistema nervoso central, hipotireoidismo e deficiências vitamínicas, que podem ser tratadas. A doença de Alzheimer é causada pelo acúmulo anormal de substâncias tóxicas no cérebro, como a proteína tau fosforilada e a proteína beta-amiloide. Esse processo desencadeia alterações inflamatórias no sistema nervoso central, levando ao esquecimento. O hipocampo, área cerebral responsável pela formação de novas memórias, é uma das mais afetadas. A memória episódica, que permite criar novas lembranças de eventos e experiências, é especialmente comprometida. Diversos estudos foram realizados para desenvolver tratamentos e medicamentos para essa doença, destacando a importância da pesquisa científica. Atualmente, sabemos que até 60% dos casos de Alzheimer podem ser prevenidos. Isso significa que existem ações que podemos tomar para reduzir significativamente o risco dessa doença. Alimentação saudável: Consuma verduras, legumes e frutas frescas, que ajudam a fortalecer a inflamação no cérebro. Evite o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e alimentos processados ou muito gordurosos. Exercícios físicos: Pratique atividades físicas, especialmente aeróbicas, pelo menos três vezes por semana, por 30 minutos. Estimulação cerebral: Mantenha o cérebro ativo com atividades como leitura, jogos de palavras cruzadas, meditação e interação social. Essas práticas ajudam a proteger o cérebro e promovem a qualidade de vida, reduzindo as chances de desenvolver demência. Fonte: Nunes, Magda Lahorge; da Costa, Jaderson Costa; de Souza, Draiton Gonzaga. Entendendo o funcionamento do cérebro ao longo da vida . 1.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2021.
A demência é uma fase avançada de alguma doença que leva à incapacidade do indivíduo. Normalmente, a doença cerebral é degenerativa, resultando na perda progressiva de habilidades e, consequentemente, na perda de autonomia. O tipo mais comum de demência no mundo é a Doença de Alzheimer. Além dela, existem outras doenças demenciais, como a demência por Corpúsculos de Lewy, a demência frontotemporal e a demência vascular, cada uma com características patológicas e clínicas específicas. Há também causas reversíveis de comprometimento cognitivo, como infecções no sistema nervoso central, hipotireoidismo e deficiências vitamínicas, que podem ser tratadas. A doença de Alzheimer é causada pelo acúmulo anormal de substâncias tóxicas no cérebro, como a proteína tau fosforilada e a proteína beta-amiloide. Esse processo desencadeia alterações inflamatórias no sistema nervoso central, levando ao esquecimento. O hipocampo, área cerebral responsável pela formação de novas memórias, é uma das mais afetadas. A memória episódica, que permite criar novas lembranças de eventos e experiências, é especialmente comprometida. Diversos estudos foram realizados para desenvolver tratamentos e medicamentos para essa doença, destacando a importância da pesquisa científica. Atualmente, sabemos que até 60% dos casos de Alzheimer podem ser prevenidos. Isso significa que existem ações que podemos tomar para reduzir significativamente o risco dessa doença. Alimentação saudável: Consuma verduras, legumes e frutas frescas, que ajudam a fortalecer a inflamação no cérebro. Evite o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e alimentos processados ou muito gordurosos. Exercícios físicos: Pratique atividades físicas, especialmente aeróbicas, pelo menos três vezes por semana, por 30 minutos. Estimulação cerebral: Mantenha o cérebro ativo com atividades como leitura, jogos de palavras cruzadas, meditação e interação social. Essas práticas ajudam a proteger o cérebro e promovem a qualidade de vida, reduzindo as chances de desenvolver demência. Fonte: Nunes, Magda Lahorge; da Costa, Jaderson Costa; de Souza, Draiton Gonzaga. Entendendo o funcionamento do cérebro ao longo da vida . 1.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2021.
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