Ansiedade: Quando Se Preocupar? (Capítulo 1) | Renato Mancini
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Ansiedade: quando se preocupar? (Capítulo 1)

15 de março de 2018
Por: Dr. Renato Mancini
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Ansiedade: quando se preocupar? (Capítulo 1)

A ansiedade é uma reação normal do corpo e da mente diante das situações de perigo. Durante a evolução de nossa espécie, quando o homem se deparava com a ameaça iminente de um predador, as reações automáticas de ficar num nível de consciência mais alerta, com o coração acelerado, aumentar a frequência respiratória, elevar a temperatura corporal e sudorese eram mecanismos absolutamente vantajosos em termos de sobrevivência por prepararem rapidamente o corpo para uma situação de luta ou fuga.

No mundo moderno, a ansiedade também tem a função benéfica de nos alertar para situações de “perigo” e de nos preparar para enfrentarmos os problemas do cotidiano, como contas a pagar, apresentar uma reunião no trabalho, fazer uma prova ou uma entrevista de emprego, organizar a própria festa de casamento e por aí vai.

O ato de se preocupar é uma tentativa de obter a solução mental de problemas sobre questões cujos resultados são incertos. As preocupações sobre os nossos problemas surgem, portanto, como uma forma de nos planejarmos para enfrentá-los da melhor forma possível e, assim, reduzirmos o desconforto provocado pelos sintomas físicos de ansiedade mencionados acima.

Mas há situações em que a ansiedade, em vez de servir como força para preparar o indivíduo para o enfrentamento de um problema, se torna tão intensa e angustiante que ela mesma se torna o problema em si. Nesses casos, o indivíduo pode ter um quadro de ansiedade patológica conhecido como Transtorno de Ansiedade Generalizada. Como, então, podemos suspeitar que a ansiedade fugiu do controle, chegando a níveis patológicos?

Uma pergunta simples pode ser bastante interessante nesse sentido:
– Você tende a se preocupar com coisas POUCO importantes?

Essa pergunta tem um valor preditivo negativo de 0,94. Traduzindo: se a sua resposta para essa pergunta for “NÃO”, há 94% de chance da sua ansiedade NÃO ser patológica.

Por outro lado, se a sua resposta for “SIM”, a chance de você ter de fato um transtorno de ansiedade generalizada é de apenas 36%. Ou seja, nesse caso, ainda não podemos afirmar com segurança que você tenha esse diagnóstico.

Em outras palavras, essa pergunta é útil para ajudar a afastar a possibilidade de uma ansiedade patológica, mas é completamente inútil para confirmar esse diagnóstico.

As informações a seguir também ajudam a distinguir as características de uma preocupação normal de uma preocupação patológica:

Preocupação “Normal” (adaptativa):

  • Enfrentamento ativo focado no problema de maior prioridade;
  • Consegue se desligar das preocupações no final do dia;
  • Nível mínimo de ansiedade associada.

Preocupação Patológica:

  • Focada em questões menores ou mais remotas;
  • Caráter mais incontrolável;
  • Consome mais tempo;
  • Associada a sentimento intenso de ameaça/medo.

No próximo texto, falarei mais a respeito dos outros sintomas do transtorno de ansiedade generalizada, o que, naturalmente, não substitui a importância de uma avaliação por um psiquiatra!

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  • THUMB
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