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A Importância dos Vínculos

10 de abril de 2020
Por: Dra. Leticia Filizzola
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A Importância dos Vínculos

 

Você já sabe que o sedentarismo, a hipertensão arterial e o tabagismo são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças sérias e até a morte. Mas você sabia que a solidão pode ser um fator de risco tão forte quanto esses três?

A solidão, que consiste na percepção de isolamento social, é capaz de afetar poderosamente o sistema imunológico do organismo, e também de criar maior probabilidade de desenvolvimento de patologias neurodegenerativas como o Alzheimer e a Depressão, em especial de indivíduos idosos mais expostos ao isolamento, por exemplo.

Mas afinal, por que a solidão nos afeta tanto assim?

Nós, seres humanos, possuímos uma motivação básica e universal para criar vínculos significativos e mantê-los. Algo conhecido como “Necessidade de Vínculo” ou “Necessidade de Conectividade Social”.

Essa necessidade humana é tão forte e básica, que o fato de estar desconectado socialmente pode nos causar danos biológicos e psicológicos de difícil reparação.

Quando o assunto é solidão, não importa o quão sozinho alguém realmente está, e sim o quanto essa pessoa se sente sozinha. A percepção de isolamento social, ou seja, sentir-se sozinho mesmo que não literalmente o esteja, está muito mais associada aos danos do que o isolamento social concreto.

A evolução humana resultou em uma série de mecanismos cognitivos e biológicos que nos predispõe a buscar conexão com os outros. A título de curiosidade, o isolamento produz efeitos também em outras espécies, além dos humanos. Experimentos realizados com moscas, ratos e macacos identificaram que o isolamento social pode encurtar o ciclo de vida, associar-se a danos neurais, obesidade, diabetes e muitos outros.

Satisfazer a nossa necessidade de se sentir conectado socialmente pode melhorar a saúde, a autoestima, tornar as pessoas mais generosas, mais felizes e até mesmo levá-las a ver mais sentido na vida.

A Psicologia tem mostrado o quão central em nossas vidas são os vínculos estabelecidos, e cuidar deles pode consistir em uma das formas de cuidarmos de nós mesmos. Assim como quando fazemos exercícios físicos ou melhoramos nossa alimentação.

Por tudo isso, os tratamentos em saúde mental e física mostram maior probabilidade de dar certo quando é estabelecido um vínculo entre paciente e clínico (o psicólogo ou o médico). Os vínculos, na mesma medida em que são necessários, se fazem terapêuticos. Estabelecem um elo de confiança que possibilita um tratamento de melhor qualidade.

 

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      Você já sabe que o sedentarismo, a hipertensão arterial e o tabagismo são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças sérias e até a morte. Mas você sabia que a solidão pode ser um fator de risco tão forte quanto esses três? A solidão, que consiste na percepção de isolamento social, é capaz de afetar poderosamente o sistema imunológico do organismo, e também de criar maior probabilidade de desenvolvimento de patologias neurodegenerativas como o Alzheimer e a Depressão, em especial de indivíduos idosos mais expostos ao isolamento, por exemplo. Mas afinal, por que a solidão nos afeta tanto assim? Nós, seres humanos, possuímos uma motivação básica e universal para criar vínculos significativos e mantê-los. Algo conhecido como “Necessidade de Vínculo” ou “Necessidade de Conectividade Social”. Essa necessidade humana é tão forte e básica, que o fato de estar desconectado socialmente pode nos causar danos biológicos e psicológicos de difícil reparação. Quando o assunto é solidão, não importa o quão sozinho alguém realmente está, e sim o quanto essa pessoa se sente sozinha. A percepção de isolamento social, ou seja, sentir-se sozinho mesmo que não literalmente o esteja, está muito mais associada aos danos do que o isolamento social concreto. A evolução humana resultou em uma série de mecanismos cognitivos e biológicos que nos predispõe a buscar conexão com os outros. A título de curiosidade, o isolamento produz efeitos também em outras espécies, além dos humanos. Experimentos realizados com moscas, ratos e macacos identificaram que o isolamento social pode encurtar o ciclo de vida, associar-se a danos neurais, obesidade, diabetes e muitos outros. Satisfazer a nossa necessidade de se sentir conectado socialmente pode melhorar a saúde, a autoestima, tornar as pessoas mais generosas, mais felizes e até mesmo levá-las a ver mais sentido na vida. A Psicologia tem mostrado o quão central em nossas vidas são os vínculos estabelecidos, e cuidar deles pode consistir em uma das formas de cuidarmos de nós mesmos. Assim como quando fazemos exercícios físicos ou melhoramos nossa alimentação. Por tudo isso, os tratamentos em saúde mental e física mostram maior probabilidade de dar certo quando é estabelecido um vínculo entre paciente e clínico (o psicólogo ou o médico). Os vínculos, na mesma medida em que são necessários, se fazem terapêuticos. Estabelecem um elo de confiança que possibilita um tratamento de melhor qualidade.  
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