Você tem fome de quê? Como diz Marcelo Frommer, dos Titãs nesse conhecido hit, “a gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte. A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte”. E por aí vai. Afinal, haverá alguma ligação entre aquilo que comemos e a nossa saúde mental? A resposta é sim. Significativa relação. A alimentação começa nas escolhas que fazemos, e podemos considerar que todas essas escolhas são motivadas pelo nosso estado geral, e por conseguinte e inexoravelmente, por nosso estado mental. Por vezes, ao vivenciarmos um humor mais entristecido, de tonalidades mais introspectivas, a escolha alimentar costuma se alterar. Assim nasce o conceito de “Comfort food” ou “comida confortável”, geralmente correspondendo à preparações quentes e ricas, mais gordurosas, ainda que composta por “gorduras boas”, favoráveis ao bom funcionamento do sistema cardiovascular. Ou mesmo chás, chocolate quente, capuccino, bebidas quentes com variadas composições, incluindo restrições possíveis. Aquele prato que nos remete à uma pessoa em específico, que costumava preparar ou com a qual costumava-se compartilhar a refeição. Conteúdos psíquicos e estados mentais estão por trás dessas preferências e escolhas. Até, tomando pelo outro lado, aquele alimento que não se aprecia, não se tolera, sem relação com qualquer reação alérgica pu algo do tipo. Haverá algum contexto em torno da criação desse “não gostar”? É de se pensar. Afinal, desde o início da história de cada pessoa em particular, existe a relação com a comida. Em momentos de prescrição de dietorerapias aplicadas à condições de saúde específicas, pode haver dificuldades de aceitação dos alimentos recomendados, pode haver alteração nos estados de humor, tornando os indivíduos por vezes mais irascíveis ou impacientes. O hábito de comer está sendo afetado, logo, as reações podem ser várias. Por fim, de acordo com especialistas da área, o sistema digestivo e enteral, os intestinos e sua microbiota, guardam estreita relação com o funcionamento do sistema nervoso central, com o cérebro. É um órgão que também tem nele células nervosas. Ou seja, tudo aquilo que comemos, está ligado ao que somos, sentimos e pensamos. Um bom apetite!
Minha curiosidade pelos processos da mente humana, suas estruturas, as viscissitudes e singularidades que fazem cada um de nós ser tão único, o gosto pelos estudos.
Você tem fome de quê?Como diz Marcelo Frommer, dos Titãs nesse conhecido hit, “a gente não quer só comida. A gentequer comida, diversão e arte. A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquerparte”. E por aí vai.Afinal, haverá alguma ligação entre aquilo que comemos e a nossa saúde mental?A resposta é sim. Significativa relação.A alimentação começa nas escolhas que fazemos, e podemos considerar que todas essasescolhas são motivadas pelo nosso estado geral, e por conseguinte e inexoravelmente, pornosso estado mental.Por vezes, ao vivenciarmos um humor mais entristecido, de tonalidades mais introspectivas, aescolha alimentar costuma se alterar. Assim nasce o conceito de “Comfort food” ou “comidaconfortável”, geralmente correspondendo à preparações quentes e ricas, mais gordurosas, aindaque composta por “gorduras boas”, favoráveis ao bom funcionamento do sistema cardiovascular.Ou mesmo chás, chocolate quente, capuccino, bebidas quentes com variadas composições,incluindo restrições possíveis.Aquele prato que nos remete à uma pessoa em específico, que costumava preparar ou com aqual costumava-se compartilhar a refeição. Conteúdos psíquicos e estados mentais estão portrás dessas preferências e escolhas.Até, tomando pelo outro lado, aquele alimento que não se aprecia, não se tolera, sem relaçãocom qualquer reação alérgica pu algo do tipo. Haverá algum contexto em torno da criação desse”não gostar”? É de se pensar. Afinal, desde o início da história de cada pessoa em particular,existe a relação com a comida.Em momentos de prescrição de dietorerapias aplicadas à condições de saúde específicas, podehaver dificuldades de aceitação dos alimentos recomendados, pode haver alteração nos estadosde humor, tornando os indivíduos por vezes mais irascíveis ou impacientes. O hábito de comerestá sendo afetado, logo, as reações podem ser várias.Por fim, de acordo com especialistas da área, o sistema digestivo e enteral, os intestinos e suamicrobiota, guardam estreita relação com o funcionamento do sistema nervoso central, com océrebro. É um órgão que também tem nele células nervosas. Ou seja, tudo aquilo que comemos,está ligado ao que somos, sentimos e pensamos.Um bom apetite!
Você tem fome de quê?Como diz Marcelo Frommer, dos Titãs nesse conhecido hit, “a gente não quer só comida. A gentequer comida, diversão e arte. A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquerparte”. E por aí vai.Afinal, haverá alguma ligação entre aquilo que comemos e a nossa saúde mental?A resposta é sim. Significativa relação.A alimentação começa nas escolhas que fazemos, e podemos considerar que todas essasescolhas são motivadas pelo nosso estado geral, e por conseguinte e inexoravelmente, pornosso estado mental.Por vezes, ao vivenciarmos um humor mais entristecido, de tonalidades mais introspectivas, aescolha alimentar costuma se alterar. Assim nasce o conceito de “Comfort food” ou “comidaconfortável”, geralmente correspondendo à preparações quentes e ricas, mais gordurosas, aindaque composta por “gorduras boas”, favoráveis ao bom funcionamento do sistema cardiovascular.Ou mesmo chás, chocolate quente, capuccino, bebidas quentes com variadas composições,incluindo restrições possíveis.Aquele prato que nos remete à uma pessoa em específico, que costumava preparar ou com aqual costumava-se compartilhar a refeição. Conteúdos psíquicos e estados mentais estão portrás dessas preferências e escolhas.Até, tomando pelo outro lado, aquele alimento que não se aprecia, não se tolera, sem relaçãocom qualquer reação alérgica pu algo do tipo. Haverá algum contexto em torno da criação desse”não gostar”? É de se pensar. Afinal, desde o início da história de cada pessoa em particular,existe a relação com a comida.Em momentos de prescrição de dietorerapias aplicadas à condições de saúde específicas, podehaver dificuldades de aceitação dos alimentos recomendados, pode haver alteração nos estadosde humor, tornando os indivíduos por vezes mais irascíveis ou impacientes. O hábito de comerestá sendo afetado, logo, as reações podem ser várias.Por fim, de acordo com especialistas da área, o sistema digestivo e enteral, os intestinos e suamicrobiota, guardam estreita relação com o funcionamento do sistema nervoso central, com océrebro. É um órgão que também tem nele células nervosas. Ou seja, tudo aquilo que comemos,está ligado ao que somos, sentimos e pensamos.Um bom apetite!
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