Suicídio: Sinais De Alerta E Como Ajudar | Renato Mancini
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Suicídio: sinais de alerta e como ajudar

6 de julho de 2020
Por: Dr. Lucas Silveira
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Suicídio: sinais de alerta e como ajudar

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. Esta é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Sabe-se, entretanto, que as mortes por suicídio podem ser evitadas uma vez que a maioria das pessoas que tentam tirar a própria vida comunicam seus pensamentos e intenções de morte.

Alguns sinais podem servir de alerta, dentre eles:

  • Frases como “preferia estar morto”, “sou um peso na vida das pessoas”, “não tenho mais prazer pela vida”, “não sei por que estou vivo”;
  • Isolamento de família e amigos;
  • Culpa excessiva ou vergonha. Odiar-se;
  • Mudanças marcantes nos hábitos de comer e dormir;
  • Sentimento forte de raiva ou fúria;
  • Sentimento de desespero;
  • Abuso de álcool e drogas;
  • Falar ou escrever sobre morte e suicídio;
  • Automutilação, adotar comportamentos de risco;
  • Cartas de despedida;
  • Desejo súbito de concluir tarefas pessoais como organizar documentos ou fazer um testamento.

Como ajudar então alguém que tenha ideações suicidas?

  • Se aproximar e oferecer ajuda: ter empatia e valorizar o sentimento da pessoa, ser acolhedor e compreensivo.
  • Escutar: demonstrar atenção e interesse, não ignorar o sofrimento daquele que fala, ainda que para você não faça sentido algum alguém querer tirar a própria vida.
  • Buscar ajuda especializada: oferecer ajuda e estimular a busca por algum profissional de saúde mental especializado (psiquiatra ou psicólogo).
  • Validar a dor do outro: entender que a dor é individual e que cada um lida com ela de forma diferente.
  • Perguntar se a pessoa está pensando em fazer algo contra ela mesma: muitas vezes alguém que pensa em tirar a própria vida deseja falar sobre o que a aflige, de maneira que perguntar pode servir como um alívio para o indivíduo. 

Deve ser lembrado também que há atitudes que não são adequadas:

  • Julgar: criticar a pessoa em sofrimento acusando-a de querer atenção ou de que ela é fraca e/ou infantil;
  • Minimizar o sofrimento: dizer que há pessoas que estão em piores situações, desvalorizando assim a dor do outro;
  • Entrar na questão moral: apontar e julgar que o indivíduo em sofrimento não tem vergonha de pensar sobre isso, ou que é falta de Deus;
  • Falar que a pessoa deve ter ânimo: veja, a pessoa com ideação suicida vive uma angústia. Então querer forçar uma visão de que a vida é bela não irá funcionar, tampouco eliminará seu sofrimento.

 

Se precisa de ajuda ou está com dúvidas, não deixe de se consultar com profissionais que podem te ajudar.

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Dr. Lucas Silveira
Psicólogo, neuropsicólogo

Meu interesse em Psicologia nasce da minha curiosidade em compreender o comportamento humano e na habilidade e potencialidade que esta profissão oferece de uma escuta diferenciada.

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    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. Esta é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Sabe-se, entretanto, que as mortes por suicídio podem ser evitadas uma vez que a maioria das pessoas que tentam tirar a própria vida comunicam seus pensamentos e intenções de morte. Alguns sinais podem servir de alerta, dentre eles: Frases como “preferia estar morto”, “sou um peso na vida das pessoas”, “não tenho mais prazer pela vida”, “não sei por que estou vivo”; Isolamento de família e amigos; Culpa excessiva ou vergonha. Odiar-se; Mudanças marcantes nos hábitos de comer e dormir; Sentimento forte de raiva ou fúria; Sentimento de desespero; Abuso de álcool e drogas; Falar ou escrever sobre morte e suicídio; Automutilação, adotar comportamentos de risco; Cartas de despedida; Desejo súbito de concluir tarefas pessoais como organizar documentos ou fazer um testamento. Como ajudar então alguém que tenha ideações suicidas? Se aproximar e oferecer ajuda: ter empatia e valorizar o sentimento da pessoa, ser acolhedor e compreensivo. Escutar: demonstrar atenção e interesse, não ignorar o sofrimento daquele que fala, ainda que para você não faça sentido algum alguém querer tirar a própria vida. Buscar ajuda especializada: oferecer ajuda e estimular a busca por algum profissional de saúde mental especializado (psiquiatra ou psicólogo). Validar a dor do outro: entender que a dor é individual e que cada um lida com ela de forma diferente. Perguntar se a pessoa está pensando em fazer algo contra ela mesma: muitas vezes alguém que pensa em tirar a própria vida deseja falar sobre o que a aflige, de maneira que perguntar pode servir como um alívio para o indivíduo.  Deve ser lembrado também que há atitudes que não são adequadas: Julgar: criticar a pessoa em sofrimento acusando-a de querer atenção ou de que ela é fraca e/ou infantil; Minimizar o sofrimento: dizer que há pessoas que estão em piores situações, desvalorizando assim a dor do outro; Entrar na questão moral: apontar e julgar que o indivíduo em sofrimento não tem vergonha de pensar sobre isso, ou que é falta de Deus; Falar que a pessoa deve ter ânimo: veja, a pessoa com ideação suicida vive uma angústia. Então querer forçar uma visão de que a vida é bela não irá funcionar, tampouco eliminará seu sofrimento.   Se precisa de ajuda ou está com dúvidas, não deixe de se consultar com profissionais que podem te ajudar.
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    A REGRA DOS 2 MINUTOS
    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos. Esta é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Sabe-se, entretanto, que as mortes por suicídio podem ser evitadas uma vez que a maioria das pessoas que tentam tirar a própria vida comunicam seus pensamentos e intenções de morte. Alguns sinais podem servir de alerta, dentre eles: Frases como “preferia estar morto”, “sou um peso na vida das pessoas”, “não tenho mais prazer pela vida”, “não sei por que estou vivo”; Isolamento de família e amigos; Culpa excessiva ou vergonha. Odiar-se; Mudanças marcantes nos hábitos de comer e dormir; Sentimento forte de raiva ou fúria; Sentimento de desespero; Abuso de álcool e drogas; Falar ou escrever sobre morte e suicídio; Automutilação, adotar comportamentos de risco; Cartas de despedida; Desejo súbito de concluir tarefas pessoais como organizar documentos ou fazer um testamento. Como ajudar então alguém que tenha ideações suicidas? Se aproximar e oferecer ajuda: ter empatia e valorizar o sentimento da pessoa, ser acolhedor e compreensivo. Escutar: demonstrar atenção e interesse, não ignorar o sofrimento daquele que fala, ainda que para você não faça sentido algum alguém querer tirar a própria vida. Buscar ajuda especializada: oferecer ajuda e estimular a busca por algum profissional de saúde mental especializado (psiquiatra ou psicólogo). Validar a dor do outro: entender que a dor é individual e que cada um lida com ela de forma diferente. Perguntar se a pessoa está pensando em fazer algo contra ela mesma: muitas vezes alguém que pensa em tirar a própria vida deseja falar sobre o que a aflige, de maneira que perguntar pode servir como um alívio para o indivíduo.  Deve ser lembrado também que há atitudes que não são adequadas: Julgar: criticar a pessoa em sofrimento acusando-a de querer atenção ou de que ela é fraca e/ou infantil; Minimizar o sofrimento: dizer que há pessoas que estão em piores situações, desvalorizando assim a dor do outro; Entrar na questão moral: apontar e julgar que o indivíduo em sofrimento não tem vergonha de pensar sobre isso, ou que é falta de Deus; Falar que a pessoa deve ter ânimo: veja, a pessoa com ideação suicida vive uma angústia. Então querer forçar uma visão de que a vida é bela não irá funcionar, tampouco eliminará seu sofrimento.   Se precisa de ajuda ou está com dúvidas, não deixe de se consultar com profissionais que podem te ajudar.
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