O Príncipe E O Luto – A Importância Do Auxílio Psicológico No Momento Correto | Renato Mancini
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O príncipe e o luto – A importância do auxílio psicológico no momento correto

5 de setembro de 2017
Por: Dr. Renato Mancini
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O príncipe e o luto – A importância do auxílio psicológico no momento correto

O príncipe Harry, da Grã-Bretanha, revelou recentemente à imprensa ter procurado aconselhamento psicológico há quatro anos, após repentina e traumática morte de sua mãe, a princesa Diana. Em uma entrevista sincera ao jornal britânico The Telegraph, o quinto na linha do trono britânico revelou que a perda de sua mãe em uma idade tão jovem (ele tinha apenas 12 anos de idade) levou-o a um período de “caos total”.

Hoje com 32 anos, Harry revela ter começado a lidar com a dor da perda apenas aos 28 anos. Ele conta que esteve “à beira de agredir alguém” e que enfrentou grande ansiedade durante compromissos reais. Para Harry, os psicólogos são “as melhores pessoas – e as mais fáceis” para se falar sobre determinados assuntos. “Alguém que você não conhece. Você senta no sofá e diz, ‘olha, eu não preciso de conselho. Você pode só ouvir?’ E você bota tudo pra fora.”
​
Para se atingir um bom estado de saúde mental é bastante útil aumentar o nível de autoconhecimento e a capacidade de lidar com diferentes emoções, assim como elaborar os conflitos internos. Em muitos casos a intervenção psicológica especializada cai como uma luva.

Ao lado de seu irmão, o príncipe William, e da cunhada, a Duquesa de Cambridge, Harry desenvolveu uma instituição de caridade que promove a saúde mental, chamada “Heads Together”. Os três têm defendido que as doenças mentais devem ter a mesma prioridade que as outras doenças, e que devem ser abordadas e discutidas em público sem quaisquer estigmas.

O trio tem sido parte da campanha contra atitudes negativas ao falar sobre saúde mental. Essa tendência está alinhada com o conceito da Organização Mundial da Saúde de “bem-estar integral”, que engloba as esferas orgânica, psíquica, social e espiritual.

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    O príncipe Harry, da Grã-Bretanha, revelou recentemente à imprensa ter procurado aconselhamento psicológico há quatro anos, após repentina e traumática morte de sua mãe, a princesa Diana. Em uma entrevista sincera ao jornal britânico The Telegraph, o quinto na linha do trono britânico revelou que a perda de sua mãe em uma idade tão jovem (ele tinha apenas 12 anos de idade) levou-o a um período de “caos total”. Hoje com 32 anos, Harry revela ter começado a lidar com a dor da perda apenas aos 28 anos. Ele conta que esteve “à beira de agredir alguém” e que enfrentou grande ansiedade durante compromissos reais. Para Harry, os psicólogos são “as melhores pessoas – e as mais fáceis” para se falar sobre determinados assuntos. “Alguém que você não conhece. Você senta no sofá e diz, ‘olha, eu não preciso de conselho. Você pode só ouvir?’ E você bota tudo pra fora.” ​ Para se atingir um bom estado de saúde mental é bastante útil aumentar o nível de autoconhecimento e a capacidade de lidar com diferentes emoções, assim como elaborar os conflitos internos. Em muitos casos a intervenção psicológica especializada cai como uma luva. Ao lado de seu irmão, o príncipe William, e da cunhada, a Duquesa de Cambridge, Harry desenvolveu uma instituição de caridade que promove a saúde mental, chamada “Heads Together”. Os três têm defendido que as doenças mentais devem ter a mesma prioridade que as outras doenças, e que devem ser abordadas e discutidas em público sem quaisquer estigmas. O trio tem sido parte da campanha contra atitudes negativas ao falar sobre saúde mental. Essa tendência está alinhada com o conceito da Organização Mundial da Saúde de “bem-estar integral”, que engloba as esferas orgânica, psíquica, social e espiritual.
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    O príncipe Harry, da Grã-Bretanha, revelou recentemente à imprensa ter procurado aconselhamento psicológico há quatro anos, após repentina e traumática morte de sua mãe, a princesa Diana. Em uma entrevista sincera ao jornal britânico The Telegraph, o quinto na linha do trono britânico revelou que a perda de sua mãe em uma idade tão jovem (ele tinha apenas 12 anos de idade) levou-o a um período de “caos total”. Hoje com 32 anos, Harry revela ter começado a lidar com a dor da perda apenas aos 28 anos. Ele conta que esteve “à beira de agredir alguém” e que enfrentou grande ansiedade durante compromissos reais. Para Harry, os psicólogos são “as melhores pessoas – e as mais fáceis” para se falar sobre determinados assuntos. “Alguém que você não conhece. Você senta no sofá e diz, ‘olha, eu não preciso de conselho. Você pode só ouvir?’ E você bota tudo pra fora.” ​ Para se atingir um bom estado de saúde mental é bastante útil aumentar o nível de autoconhecimento e a capacidade de lidar com diferentes emoções, assim como elaborar os conflitos internos. Em muitos casos a intervenção psicológica especializada cai como uma luva. Ao lado de seu irmão, o príncipe William, e da cunhada, a Duquesa de Cambridge, Harry desenvolveu uma instituição de caridade que promove a saúde mental, chamada “Heads Together”. Os três têm defendido que as doenças mentais devem ter a mesma prioridade que as outras doenças, e que devem ser abordadas e discutidas em público sem quaisquer estigmas. O trio tem sido parte da campanha contra atitudes negativas ao falar sobre saúde mental. Essa tendência está alinhada com o conceito da Organização Mundial da Saúde de “bem-estar integral”, que engloba as esferas orgânica, psíquica, social e espiritual.
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