É comum muitas vezes termos pensamentos do tipo “por que isso sempre acontece comigo?”, ou então “fulano é o culpado por isso”. Seja como for, esse tipo de pensamento aponta sempre para uma causa externa e, na maioria dos casos, uma forma de nos eximirmos de determinada situação.
Mas e se parte do sofrimento estiver relacionada à forma como participamos dessas situações?
A autorresponsabilidade busca justamente o contrário. Diferentemente de jogarmos toda responsabilidade para o outro, a ideia aqui é justamente refletir qual nossa parcela de responsabilidade em determinada situação. Veja que isso não significa assumir culpa por tudo, mas reconhecer a própria participação nas escolhas, nas reações emocionais e nos padrões de relacionamento.
Trata-se de desenvolver consciência das próprias necessidades, limites e desejos, assumindo as consequências das próprias decisões. Quando substituímos “você me deixa frustrado”, por “eu me sinto frustrado quando isso acontece”, há uma mudança importante na qual a pessoa passa a reconhecer seu sentimento como algo próprio, abrindo oportunidade para compreender justamente essa necessidades, questões em aberto e possibilidades de lidar com a situação.
Na psicoterapia, essa mudança favorece autonomia, amadurecimento e relações mais autênticas, sendo ainda, uma possiblidade de integrar possibilidades e experimentar novas formas de lidar com determinada questão.
Talvez ao se perguntar “qual a minha parte nisso?” Seja o primeiro passo para o início de uma transformação.
Meu interesse em Psicologia nasce da minha curiosidade em compreender o comportamento humano e na habilidade e potencialidade que esta profissão oferece de uma escuta diferenciada.
É comum muitas vezes termos pensamentos do tipo “por que isso sempre acontece comigo?”, ou então “fulano é o culpado por isso”. Seja como for, esse tipo de pensamento aponta sempre para uma causa externa e, na maioria dos casos, uma forma de nos eximirmos de determinada situação. Mas e se parte do sofrimento estiver relacionada à forma como participamos dessas situações? A autorresponsabilidade busca justamente o contrário. Diferentemente de jogarmos toda responsabilidade para o outro, a ideia aqui é justamente refletir qual nossa parcela de responsabilidade em determinada situação. Veja que isso não significa assumir culpa por tudo, mas reconhecer a própria participação nas escolhas, nas reações emocionais e nos padrões de relacionamento. Trata-se de desenvolver consciência das próprias necessidades, limites e desejos, assumindo as consequências das próprias decisões. Quando substituímos “você me deixa frustrado”, por “eu me sinto frustrado quando isso acontece”, há uma mudança importante na qual a pessoa passa a reconhecer seu sentimento como algo próprio, abrindo oportunidade para compreender justamente essa necessidades, questões em aberto e possibilidades de lidar com a situação. Na psicoterapia, essa mudança favorece autonomia, amadurecimento e relações mais autênticas, sendo ainda, uma possiblidade de integrar possibilidades e experimentar novas formas de lidar com determinada questão. Talvez ao se perguntar “qual a minha parte nisso?” Seja o primeiro passo para o início de uma transformação.
É comum muitas vezes termos pensamentos do tipo “por que isso sempre acontece comigo?”, ou então “fulano é o culpado por isso”. Seja como for, esse tipo de pensamento aponta sempre para uma causa externa e, na maioria dos casos, uma forma de nos eximirmos de determinada situação. Mas e se parte do sofrimento estiver relacionada à forma como participamos dessas situações? A autorresponsabilidade busca justamente o contrário. Diferentemente de jogarmos toda responsabilidade para o outro, a ideia aqui é justamente refletir qual nossa parcela de responsabilidade em determinada situação. Veja que isso não significa assumir culpa por tudo, mas reconhecer a própria participação nas escolhas, nas reações emocionais e nos padrões de relacionamento. Trata-se de desenvolver consciência das próprias necessidades, limites e desejos, assumindo as consequências das próprias decisões. Quando substituímos “você me deixa frustrado”, por “eu me sinto frustrado quando isso acontece”, há uma mudança importante na qual a pessoa passa a reconhecer seu sentimento como algo próprio, abrindo oportunidade para compreender justamente essa necessidades, questões em aberto e possibilidades de lidar com a situação. Na psicoterapia, essa mudança favorece autonomia, amadurecimento e relações mais autênticas, sendo ainda, uma possiblidade de integrar possibilidades e experimentar novas formas de lidar com determinada questão. Talvez ao se perguntar “qual a minha parte nisso?” Seja o primeiro passo para o início de uma transformação.
A Mancini Psiquiatria e Psicologia oferece soluções customizadas em Saúde Mental para a sua empresa, desde a detecção e tratamento de transtornos psiquiátricos e psicológicos até diagnósticos e intervenção sistêmicos da identidade corporativa.